segunda-feira, 4 de agosto de 2008
MORTO, por acaso?
Em seguida, os bandidos invadiram o quintal da casa do subtenente, que teria se assustado com o arsenal da quadrilha, que tinha pistolas e fuzis. Músico da banda da corporação, Antônio Luís tentou escapar e escalou a própria casa para fugir pelos telhados dos vizinhos, mas foi perseguido e alcançado no meio da rua. Em estado de choque, a mulher do subtenente teria visto o marido ser executado pelos criminosos.
Disparos feitos foram de diferentes calibres
A quantidade de cartuchos disparados impressionou o delegado Adriano Marcelo França, da 33ª DP (Sulacap). Só no portão da casa de Antônio Luís, foram disparado 18 tiros. Na delegacia, o policial exibiu um saco plástico com mais de 30 projéteis de diversos calibres.
- Eles foram mesmo para matar o tal de Artur. Encontramos mais de 30 cápsulas de calibres de pistolas 380 e 9mm e 7.62, de fuzil AK-47. A vítima era músico da banda do quartel, não tinha passagem pela polícia nem atritos com os vizinhos. Esse Artur seria um policial civil ou militar. Eles foram para pegar um e mataram outro - disse o policial.
O delegado vai chamar parentes de Antônio Luís para prestar depoimento. Na manhã de ontem, uma equipe da 33ª DP foi à Travessa Marechal Barbedo para tentar localizar o suposto policial.
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
CÉSAR NASCIMENTO

“Se um radinho caísse aqui, caísse um radinho perto de você...”. Com certeza você deve ter dançado e curtido muito esse hit, que estorou nas paradas de sucesso nos anos 90. Foi nesse estilo que o cantor César Nascimento se apresentou na Ilha de Algodoal, neste mês de julho, ao lado do paraense Almino Henrique. “O Radinho” e “Maguinha do Sá Viana” foram algumas das canções do amplo repertório de César, que nesses 18 anos de estrada já gravou oito álbuns ao som do tambor de crioula, ritmo genuinamente maranhense.
Casado e com dois filhos, César reúne várias histórias inusitadas, começando pelo seu nascimento. Os pais, naturais de Caxias do Sul, interior do Maranhão, decidiram que os cinco filhos iriam nascer em Teresina, no Piauí - que fica distante uma hora de Caxias - devido a melhor infra-estrutura do hospital. E assim aconteceu com César que com três dias de vida retornou a cidade maranhense: “Só nasci no hospital de Teresina. Eu sou mesmo Maranhense de corpo e coração”, diz o músico que há oito anos mora em Petrópolis, no Rio de Janeiro. Foi no clima de Algodoal com muito reginoalismo, reggae e paz que César falou exclusivamente para o Balaio Virtual. Leia!
Portal ORM - De onde veio a paixão pela música?
César Nascimento: Desde a infância. Eu ouvia meu pai tocando acordeon e minha mãe cantarolando músicas de ninar. Não tinha como não gostar de música. Na adolescência, quando fui morar no Rio de Janeiro, tive uma banda de rock com os amigos que se chamava ‘Vale do Som’. Mas depois de um tempo percebi que não era isso que queria. A minha paixão mesmo era pela MPB, pelas coisas e ritmos tipicamente brasileiros e passei a investir nessa linha musical.
Portal ORM - Com 18 anos de carreira você deve ter muita história pra contar, como, por exemplo, o início de sua dedicação à música. Conte um pouco como tudo começou.
César Nascimento: Sempre gostei de inovar e queria fazer coisas diferentes no meu trabalho musical. Por isso participei, em 1982, do Festival de Verão de São Luis, no Maranhão com a canção Nordeste Fulô, que mostra brasilidade e regionalismo. Isso me impulsionou a participar, três anos depois, do Festival Viva, também no Maranhão, com ‘Forró que ando’, minha primeira composição. O resultado final deste festival foi a gravação de um CD com todos os participantes que nos levou a realizar shows em vários lugares do Brasil. Assim fui estendendo meus contatos, pensando em novas canções, foi quando gravei Ilha Magnética, nome do meu primeiro álbum. A canção virou hino em São Luis e isso me estimulou ainda mais a fazer música.
Portal ORM - Você se inspirou em algum músico para começar a desenvolver seu trabalho?
César Nascimento: Bem, sempre me identifiquei com a música em geral. Gosto de ouvir de tudo em especial, Ednaldo, Fagner, Alceu Valença e Gilberto Gil. Mas confesso que tenho um amor assumido aos ritmos maranhenses, ao som do tambor de crioula que aprendi com o saudoso Mestre Felipe. Por isso acredito que não tive influências diretas. Tenho um lema que explica bem isso: “Pinte seu quintal e seja universal”. É assim que vejo meu trabalho, até porque identifico a sonoridade no dia-a-dia e minha cabeça parece que está sempre mixando algo. É engraçado. Porém se tiver que atribuir uma influência forte no meu trabalho, sem dúvida é a da música negra, tema de várias composições como ‘Fogueira’. Inclusive, em agosto, começo uma temporada de shows com essa temática no Ceará.
Portal ORM - De onde veio a inspiração para a composição de “O Radinho”?
César Nascimento: Certo dia estava vendo um telejornal que mostrava imagens da guerra no Haiti, em que soldados americanos chegaram ao local de pára-quedas com aqueles radinhos de comunicação. Aquilo não saiu da minha cabeça. Na véspera do prazo final de inscrição para o Festival do Nordeste, promovido pela Rede Globo, eu resolvi compor uma canção para participar do evento e me veio logo aquelas imagens e pintou ‘O Radinho’. Me inscrevi com a canção e acabei vencendo o primeiro lugar do Festival. Depois disso a música repercutiu nas rádios e televisões de todo o país. A gravação era bem simples e com o sucesso a música foi mixada outras vezes, até em estúdios americanos. O legal disso tudo é ouvir, até hoje, a primeira versão tocando nas rádios (risos).
Portal ORM - Na sua opinião, o que representa a música paraoara, a Ilha de Algodoal e o Estado do Pará?
César Nascimento: Conheci tudo isso por meio do Almino Henrique, que além de amigo é meu parceiro musical. A gente se conheceu no Rio de Janeiro em uma dessas andanças dele pelo Brasil. Já fizemos três músicas juntos e essa é a segunda vez que ele me convida para desfrutar da beleza de Algodoal. Acho fantástica a cultura popular desse estado e, claro dessa ilha. Por isso eu e o Almino pensamos em fazer o show em Algodoal, que na minha avaliação foi uma idéia muito positiva. Apresentamos um belo repertório de reggae e lançamos ‘Maiandeua’, canção que fizemos em parceria para homenagear a beleza da ilha. Não posso deixar de citar que o show também homenageou o Mestre Felipe, meu mestre de tambor de crioula que faleceu no último dia 18. Saudades...
Portal ORM - Quais os projetos para o futuro?
César Nascimento: No ano passado lancei meu mais recente álbum “Quero Fogo”. Cuidei minuciosamente de cada detalhe dele, da produção à gravação. Dediquei toda atenção e carinho e topei assumir essa responsabilidade. Agora quero trabalhar com o álbum, divulgando-o ao ritmo natural das coisas. Hoje estou vivendo um momento muito zen e positivo, tanto na vida pessoal como na profissional. Não vou forçar a barra e vou deixar o tempo se encarregar de mostrar o meu trabalho para o mundo. Não projeto o futuro, deixo-o acontecer.
quinta-feira, 5 de junho de 2008
O SOL, O MAR É O VERÃO QUE SE APROXIMA...
Tá chegando a hora garotada, vem ai o verão 2008, Salinas, Marudá, Mosqueiro, Atalaia, Beja, Caripi, Outeiro e etc. Vai valer a pena, sol, mar frutas, festas, garotas lindas, para as as crianças vai ser uma festa, areia, praia, tobogãs, HAAAM...que saudade das praias de Belém...
Mas lembrem-se! "Muito cuidado nessa hora", como dizia Juvenal Antena, pois sol demais causa doença na pele, passar o dia brincando sem se alimentar causa problemas, como vertigens, desmaios, falta de ar e outras causas de isolação e perda dos sentidos. Para os marmanjos, uma boa dose de cuidados como não exagerar na bebida, na comida, dormir bastante descansar para estar em forma no outro dia, se veio para passeare se divertir, por que se matar, brigando, dirigindo bebado, alcoolizado pelas BRS da vida? Epa, epa, epa epa, justamente no Verão voce vai querer aprontar?...
DESCASO DAS AUTORIDADES
Durante 04 dias, Beléme Aananindeua viveram uma desordem no Transporte Urbano, as duas cidades, as mais populosas da capital, sofreram com o descaso e a incopetência tanto da Prefeitura como do estado. Motorista e cobradores pararam suas atividades para reinvindicar melhores salários, sei que a Lei de Greve beneficia aos usuários (empregados), mas surpreendentemente prejudica por completo as atividades comuns de uma cidade, o que deveria ser discutido antes não foi realizado, pois a cupula de interesses por ganancias e escrupulos se subtraem em cima dos usuários do transporte urbano.
No que diz respeito a situação dos professores, é inadimissível que as representações consideradas de oficio seguros como o Ministério Público e do Trabalho, determinem que esta greve seja abusiva, sem ao menos protocolar um parecer revelador sobre as atuais situações destes funcionários, qualificados comoos melhores professores do Estado, pelo próprio Estado, e são esculachados e desprovidos de qualquer subsistencia racional. Designar os professores como vagabundos é simplesmente destroná-los da consciência imatura dos nossosjovens que ali nas escolas procuram aprender através deles o sentido de comunidade. de confiança e de vida, o respeito que temos que ter diante de um mestre estravasa as opiniões em contrários, existe sim o mal professor e o bom e catedrático mestre, pois se assim não fosse não teríamos erros, desvios de condutas e outras anomalias. Prezo pelo bom aparato educacional, desde que o mesmo obtenha recursos para tal. Sou contra a lei de Greve, mas se ela existe, então por que temos de aceitá-la? Não poderia ser evitada antes?......
sexta-feira, 23 de maio de 2008
AÇÃO DA POLICIA EM BELÉM

A Polícia Federal de Altamira abriu inquérito para apurar as circunstâncias e os responsáveis pela agressão ao engenheiro da Eletrobrás, Paulo Fernando Vieira Souto Rezende. Ele foi ferido com um corte no braço por índios da etnia Kaiapó, na tarde de ontem (20), durante o Encontro Xingu Vivo para Sempre, que discute os impactos da construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no sudoeste paraense.
PF também vai solicitar um laudo antropológico nos indígenas para que seja veirifcado o grau de aculturamento dos índios. 'Se eles forem aculturados nada impede que eles sejam indiciados pelo crime', disse Fernando Sérgio, assessor de imprensa da Polícia Federal. O laudo é realizado por peritos da Polícia Federal, com auxílio da Funai (Fundação Nacional do Índio). O prazo para a conclusão do inquérito é 30 dias.
Em entrevista à Agência Brasil, dom Erwin Krautler, bispo do Xingu e um dos organizadores do evento, disse que o engenheiro usou 'tom de deboche' ao se referir a temas discutidos pelo palestrante anterior, o professor da Unicamp (Universidade de Campinas) Oswaldo Sevá.
Depois de ser vaiado, o engenheiro terminou o seu discurso dizendo que a hidrelétrica será implantada de qualquer forma, de acordo com relato de dom Erwin. Foi nesse momento que os índios soltaram gritos de guerra e começaram as agressões. Para o bispo, 'o acontecimento é lamentável e as atitudes do engenheiro não o justificam'.
Segundo um dos organizadores do evento, José Cleanton Curioso Ribeiro, do Conselho Missionário Indígena, a entrada dos índios com facões não foi proibida, pois 'é uma característica de cada etnia, que não pode ser modificada'. Além disso, de acordo com Ribeiro, a restrição no acesso dos indígenas seria impossível. 'Imagina se nós tentássemos impedir a entrada de 600 Kaiapó com facões. A agressão poderia ter sido contra nós e mais gente sairia ferida', justificou Ribeiro.
O caso - O ataque ocorreu durante uma das plenárias do encontro, que reunia cerca de mil pessoas no ginásio da cidade. A vítima é da diretoria da Eletrobrás e defendeu a construção da usina. Após sua fala, os índios se levantaram e começaram a cantar.
Os índígenas cercaram Rezende, que só conseguiu sair após ajuda dos organizadores do encontro. Foi no tumulto que ele sofreu o ferimento no braço e ficou sem camisa.
Após o incidente, ele foi encaminhado ao Hospital Regional de Altamira, onde recebeu seis pontos no braço. Segundo a Polícia Federal, ele retornou no final da noite de ontem para Brasília. 'Ele não pôde prestar depoimento em Altamira, pois o clima na região estava bastante tenso e seria um risco', disse Fernando Sérgio. Segundo o policial, a vítima deve prestar depoimento à Polícia Federal de Brasília, o que não impede que a PF de Altamira prossiga com as investigações.
Passado - Há quase 20 anos em um encontro - que também discutia a instalação da hidrelétrica de Belo Monte - o engenheiro da Eletrobrás na época, José Antônio Muniz, também foi ameaçado com um facão por uma índia mas não saiu ferido. Hoje, José Muniz é presidente da Eletrobrás.
FUGA DE PRESOS
Em uma ação silenciosa, seis dos 14 presos que estavam detidos na única cela da delegacia do Jurunas conseguiram escapar. A fuga aconteceu por volta das 3h30 da manhã desta sexta-feira(16). Dois já foram recapturados.
Segundo a polícia, os presos serraram três barras de ferro e fugiram pela parte de trás da delegacia. Na hora da fuga um investigador, um delegado e um escrivão, que formam a equipe de plantão, estavam no prédio, mas não ouviram a movimentação na carceragem.
Somente alguns minutos depois, um barulho chamou a atenção dos policiais, que ainda conseguiram impedir que mais presos escapassem.
Uma vistoria nas celas localizou a serra usada na fuga. Em diligências pelo bairro, a polícia conseguiu prender dois, dos seis fugitivos. Franciel Ataide Monteiro, Daniel Rodrigues Pinho, Joel Zorante Ferreira e Manuel Gomes dos Santos continuam foragidos. Todos respondem por assalto à mão armada.
O delegado Emir Miranda, diretor da delegacia, abriu inquérito para apurar o caso.
PADASTRO PRESO
O pedreiro Elias Ferreira Barata, 50 anos, foi preso em flagrante por policiais da delegacia da Cidade Nova, acusado de abusar sexualmente das três filhas da esposa dele. Segundo a polícia, os abusos aconteciam há pelo menos quatro anos.
O pedreiro foi preso na casa da família no loteamento Guerreiro de Jeová, no Icuí-Guajará, logo após tentativa de abuso em duas enteadas, uma de 12 e outra de 14 anos. 'A de 12 anos ele ainda tentou esganar', disse o delegado Vicente Costa, da delegacia da Cidade Nova.
O fato foi denunciado por tias das meninas e passou a ser investigado pela polícia. Uma terceira enteada do pedreiro de 16 anos e que não mora mais na casa também contou que sofria abusos durante o tempo em que morou com a mãe.
Todas as vítimas foram encaminhadas ao Pró-Paz para fazer exames de lesão corporal, conjunção carnal e ato libidinoso.
O acusado foi autuado na lei Maria da Penha, por agressão à enteada de 12 anos, e estupro, ato libidinoso, contra a menina de 14 anos. '
Na delegacia o acusado negou o crime. 'Apesar da negativa, as vítimas confirmaram os abusos e deram detalhes de como tudo aconteceu', revelou o delegado.
COMUNITÁRIO MORTO
O agricultor Domingos de Oliveira Brito, 47 anos, presidente da Comunidade Santos Dumont, município de Novo Progresso, no oeste paraense, foi assassinado na madrugada desta sexta-feira (16). Segundo a polícia, o crime foi cometidos por três homens, que estavam armados com uma faca e um revolver calibre 38.
Na madrugada, a vítima estava em um bar no centro da cidade. Pouco depois, chegaram ao local três homens: Joaquim Cardoso, Élson Batista Gomes, e um terceiro identificado apenas por “Bile”. Segundo a polícia, Joaquim e Domingos eram rivais e entraram várias vezes em dicussão por questões ambientais da região.
No encontro, vitima e acusado iniciaram uma nova discussão, que só terminou com a morte de Domingos.
Uma testemunha relatou ao delegado Antonio Carlos, titular da Delegacia de Polícia de Novo Progresso, que um dos homens portava uma arma branca, tipo facão e outro um revolver. O homem que estava com o revolver ainda efetuou dois disparos, mas não acertou a vítima.
Após o crime, policiais civis e militares saíram em buscar dos acusados. Apenas no início da tarde foram presos Joaquim Cardoso e Élson Batista Gomes. O terceiro, “Bile” continua foragido.
O delegado Antonio Carlos abriu inquérito para apurar os motivos do crime e encaminhou pedido de prisão preventiva a Justiça Local.
Segundo testemunhas, a vítima era defensora de causas ambientais e tinha rixas com outros moradores próximos.
Rivalidade - Domingos e Joaquim Cardoso da Costa moravam na comunidade Santos Dumont. Os dois tinham visões opostas de como melhor utilizar a terra na região. Enquanto Domingos era preservacionista, Joaquim seria favorável ao desmatamento.
Em abril, os dois participaram de uma audiência pública na cidade. Onde os dois teriam trocado acusações.
PRESO MATADOR DO MOTORISTA
Foi preso na noite de domingo (18), o latrocida Alan Kleyton Modesto Piteira, 22 anos, conhecido por Alanzinho. Ele é acusado de ser o autor do assassinato do motorista Paulo Francis Castilho de Alencar, de 33 anos. O crime ocorreu em 31 de dezembro do ano passado, no cruzamento da avenida Antônio Barreto com travessa 14 de Abril, bairro de São Brás, em Belém, durante tentativa de roubo.
Policiais civis, da DRCO (Divisão de Repressão ao Crime Organizado), cumpriram o mandado de prisão preventiva, decretado pelo juiz de Direito Edmar Silva Pereira, titular da 1ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca da Capital.
Alanzinho foi encontrado pelos policiais na casa do pai, em Santa Izabel do Pará, no nordeste do Estado. Após receber voz de prisão, o preso foi conduzido à sede da DRCO, onde ficará recolhido à disposição da Justiça, até ser transferido a um presídio do Sistema Penitenciário do Pará.
Ele vai responder por crime de latrocínio - roubo seguido de morte. Alanzinho e um comparsa abordaram a vítima, que dirigia seu carro, ao parar em um sinal de trânsito. Ao perceber que seria roubado, o motorsita acelerou para tentar fugir, mas foi baleado por trás por um dos assaltantes.
Alanzinho foi reconhecido por testemunhas como o autor do tiro fatal. O comparsa dele no crime, Fagner Diego Gomes dos Santos, 22 anos, de apelido Rabiola, foi preso em janeiro deste ano, por policiais civis da Seccional Urbana de São Brás. Rabiola confessou participação na tentativa de assalto, mas negou ter atirado no motorista.
De acordo com o delegado Ronaldo Aleixo, da DRCO, após matar o motorista, Alanzinho fugiu para a casa de familiares. Ele é acusado de praticar outros crimes, entre os quais homicídios, em Castanhal e em Santa Izabel do Pará.
AÇÃO DA PÓLICIA NOS BAIRROS
O Comando do 10 º Batalhão da Policia Militar (BPM) enviou à Guarda Municipal de Belém (Gbel) o demonstrativo de registro de ocorrências no Bairro do Tapanã, na área do 10º BPM, referente ao mês de abril de 2008. Encaminhou também o demonstrativo do registro das ocorrências penais mais relevantes dos setores Tapanã e Pratinha, nos meses de janeiro a abril deste ano.
Os números revelam uma redução significativa dos índices de violência nos dois bairros, graças à atuação conjunta com a Guarda Municipal de Belém, por meio das ações 'Integração Total' e 'Parque Guajará', efetivadas pelas polícias Militar e Civil. 'Foram 290 registros no mês de março de 2008, caindo para 234 no mês de abril deste ano, ou seja, uma redução de 56 registros a menos, aproximadamente 193%. Ao analisar separadamente o setor Tapanã, observa-se que, quantitativamente, houve nos mês de março de 2008 um registro de 73 roubos a transeuntes, contra apenas 38 registrados no mês de abril deste ano, ou seja, ocorreu um a redução de 35 registros, aproximadamente 47,94%', garante o documento assinado pelo tenente-coronel Pedro Paulo Barata, do 10º Batalhão da Polícia Militar.
O tenente esclarece que a parceria com a Polícia Civil e Guarda Municipal de Belém foi importante para a diminuição dos delitos, em particular o roubo a transeunte. A presença ostensiva de policiais militares e civis, além dos agentes da GBel, abordando pessoas suspeitas, realizando barreiras para a revista de veículos e passageiros, além de fiscalizar festas e similares, foram determinantes para a diminuição dos crimes. 'É verdade que ainda estamos distante de nosso objetivo maior, que é redução significativamente de todos os delitos penais, porém, os dados alcançados devem servir de estímulo à continuação deste trabalho', afirma.
Ellen Margareth, inspetora geral da Gbel, explica que a parceira da Guarda de Belém nas ações preventivas das forças de segurança pública consta com 50 homens, geralmente. Nesta terça-feira (20), os trabalhos de abordagem e reconhecimento ocorreram nos bairros da Terra Firme , Guamá e Cremação.
ERASMO CARLOS EM BELEM

Conhecido como o eterno 'Tremendão', ele é parceiro cativo de Roberto Carlos e um dos grandes roqueiros deste país. Eramos Carlos, colecionador de fãs pelos quatro cantos do país, desembarca em Belém neste sábado (31), para um show emocionante no salão refrigerado da Assembléia Paraense. No show, ele promete relembrar grande sucessos como 'Mesmo que seja eu' e 'Pega na mentira', além de novos sucessos.
O carioca Erasmo Carlos começou sua carreira musical em 1958, cantando no grupo The Sputniks, do qual ainda faziam parte Roberto Carlos, Tim Maia, Arlênio Lívio, Edson Trindade e China, todos integrantes da turma roqueira da Rua do Matoso, no bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro. Algum tempo depois, sem Tim Maia, os Sputniks viraram The Snakes – mais tarde, perderiam Roberto também. O resultado é que, em 1962, Erasmo estaria cantando no grupo Renato e Seus Blue Caps, com quem gravou o LP homônimo, mas seu primeiro grande sucesso viria em 1964, já em carreira solo com a música “Festa de Arromba”, composta em parceria com o grande amigo Roberto Carlos.
O sucesso logo chegou e no ano seguinte, Erasmo, Roberto e a cantora Wanderléa foram convidados para apresentarem um programa de auditório da TV Record. O 'Jovem Guarda', ficou por algum tempo no ar e se tornou o grande catalizador de toda aquela música jovem que estava sendo feita no Brasil.
Rebatizado de “O Tremendão”, Erasmo logo iniciou uma longa fileira de sucessos: “Você Me Acende”, “Gatinha Manhosa”, “Terror dos Namorados”, “Vou Ficar Nu Para Chamar Sua Atenção”, “Minha Fama de Mau”, “Estou Dez Anos Atrasado”, “Vem Quente Que Estou Fervendo”, “Coqueiro Verde”, “Sentado à Beira do Caminho”, entre outros.
Ele também ja atuou como ator em diversos filmes, mostrando ser um artista completo. Na lista estão “Roberto Carlos e o Diamante Cor de Rosa”, “A 300 km por hora” e “Os Machões”. Na década de 70, Erasmo gravou importantes LPs, como “Sonhos e Memórias – 1941-1972” (das músicas “Mané João” e “Mundo Cão”) e “1990 – Projeto Salvaterra”, dos hits “Sou uma Criança, Não Entendo Nada” e “Cachaça Mecânica” (de surpreendente êxito no mercado holandês). Anos mais tarde ele voltaria as parades de sucesso já nos anos 80, com as músicas “Mulher” (parceria com a mulher, Narinha), “Mesmo Que Seja Eu”, “Pega na Mentira” e “Close”.
No final dos 80, Erasmo regravou a música “A Carta” em dueto com Renato Russo, da Legião Urbana. Já em 1997, foi homenageado junto com Roberto Carlos pelo conjunto da obra, no XVII Prêmio Shell para a Música Brasileira, um momento de grande emoção na carreira do cantor. Atualmente o cantor divulga o disco 'Erasmo Carlos convida', onde mostra sua parceria com grandes nome da música brasileira.
Serviço: Erasmo Carlos na Assembléia Paraense, neste sábado (31), a partir das 22h. Confirao o preço dos ingressos:
Mesa (4 Lugares) (Meia*) R$ 50,00
por pessoa) (Inteira) R$ 100,00
Mesa (8 Lugares) (Meia*) R$ 70,00
(por pessoa) (Inteira) R$ 140,00
TODA BOA

Eles surgiram na aclamada capital do rock, Brasília, no inicio de 1996 e hoje se tornaram num dos grandes nomes do reggae nacional. A banda Natiruts vai mostrar toda sua vibe positiva nesta sexta-feira (30), no Cidade Folia. Os ingressos já podem ser adquiridos nas Centrais Bis Iguatemi, Castanheira, Braz e Central Motos.
Muita coisa mudou desde que os brasilienses da banda Natiruts fizeram sucesso na cena musical com a canção “Presente de Um Beija Flor”.
Além da mudança no nome (Nativus), o grupo teve que enfrentar a saída de três integrantes da formação original. Agora com o lançamento recente do material ao vivo Natiruts Reggae Power Ao vivo, a banda, que continua firme e forte pelos palcos brasileiros, mostra em Belém para mostrar o show que deu origem ao DVD da banda, que já recebeu disco de ouro.
No show em Belém, o grupo pretende reviver o clima presente no material ao vivo, que levou mais de seis mil pessoas ao Credicard Hall, em SP, no dia de sua gravação. Faixas como “Quero Ser Feliz Também”, “Meu Reggae é Roots” e “Presente de Um Beija Flor” e “Liberdade praDentro da Cabeça”, do começo da carreira, prometem ser os grandes destaques da apresentação. O Natiruts conta hoje com Alexandre Carlo (guitarra e voz), Luis Mauricio (baixo e vocal) e Juninho (bateria) – integrantes da formação original da banda.
Serviço: Show Natiruts Reggae Power, nesta sexta (30), a partir das 22h, no Cidade Folia. 1º Lote: Pista - R$ 15 (meia) / R$ 30 (inteira) Camarote** - R$ 50 (meia) / R$ 100 (inteira) - Com direito a Backstage. Os ingressos estarão a venda nas Centrais Bis.
NATIRUTS

Eles surgiram na aclamada capital do rock, Brasília, no inicio de 1996 e hoje se tornaram num dos grandes nomes do reggae nacional. A banda Natiruts vai mostrar toda sua vibe positiva nesta sexta-feira (30), no Cidade Folia. Os ingressos já podem ser adquiridos nas Centrais Bis Iguatemi, Castanheira, Braz e Central Motos.
Muita coisa mudou desde que os brasilienses da banda Natiruts fizeram sucesso na cena musical com a canção “Presente de Um Beija Flor”.
Além da mudança no nome (Nativus), o grupo teve que enfrentar a saída de três integrantes da formação original. Agora com o lançamento recente do material ao vivo Natiruts Reggae Power Ao vivo, a banda, que continua firme e forte pelos palcos brasileiros, mostra em Belém para mostrar o show que deu origem ao DVD da banda, que já recebeu disco de ouro.
No show em Belém, o grupo pretende reviver o clima presente no material ao vivo, que levou mais de seis mil pessoas ao Credicard Hall, em SP, no dia de sua gravação. Faixas como “Quero Ser Feliz Também”, “Meu Reggae é Roots” e “Presente de Um Beija Flor” e “Liberdade praDentro da Cabeça”, do começo da carreira, prometem ser os grandes destaques da apresentação. O Natiruts conta hoje com Alexandre Carlo (guitarra e voz), Luis Mauricio (baixo e vocal) e Juninho (bateria) – integrantes da formação original da banda.
Serviço: Show Natiruts Reggae Power, nesta sexta (30), a partir das 22h, no Cidade Folia. 1º Lote: Pista - R$ 15 (meia) / R$ 30 (inteira) Camarote** - R$ 50 (meia) / R$ 100 (inteira) - Com direito a Backstage. Os ingressos estarão a venda nas Centrais Bis.
quarta-feira, 16 de abril de 2008
BISPO DO MARAJO
Dom Azcona, que é bispo acompanhante da CJP (Comissão Justiça e Paz) da CNBB Norte 2, afirma que há algum tempo denuncia às autoridades governamentais os casos de exploração sexual infantil e tráfico humano na região, mas, segundo ele, algumas situações tornaram-se agravantes na prelazia.
As denúncias serão feitas durante coletiva concedida à imprensa, na sede da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), localizada da Travessa Barão do Triunfo, 3151, no bairro do Marco.
Na ocasião o Coordenador Regional (Pará e Amapá) da Pastoral do Menor, André Franzine, irá relatar fatos que estão ferindo os direitos humanos de meninos e meninas na região, e informar sobre situação dos familiares e da adolescente que foi detida com presos na delegacia do município de Abaetetuba, no nordeste do Pará.
POLUIÇÃO SONORA
Na próxima quarta-feira (16), será realizada na Av. Nazaré com a Quintino Bocaiuva, de 11:30h às 12:30h uma ação educativa em comemoração ao 13º Dia Internacional da Conscientização sobre Ruído. Na ocasião será distribuido folder informativo sobre os danos que o ruído pode causar, os cuidados e a contribuição que a população deve adotar para reduzir o volume de ruidos na cidade.
Neste dia, principalmente , a Coordenadora do evento, Profª. Drª. Elcione Moraes, solicita a todos os motoristas da cidade que não utilizem a Buzina de seus carros durante o período da ação.
O evento é uma parceria entre PMB, através da CTBel e SEMMA, e UNAMA órgão responsável pelo projeto.