quinta-feira, 27 de agosto de 2009
DUAS NOTICIAS TRISTES...ENTRE OUTRAS
Por Luiz carlos.
Foi enterrada na tarde de ontem no cemitério Santa Rita, em Breves, cidade da região do Marajó, o corpo de uma menina de 10 anos, morta pelo próprio tio,
Waldeir dos Santos, 30, na última terça-feira. A criança perdeu a vida depois que Waldeir golpeou por duas vezes a cabeça dela utilizando um pedaço de madeira.
A violência do crime, que chocou a cidade marajoara, tem uma atenuante. No hospital, confirmou-se que a menor vinha sendo abusada sexualmente. Porém, o assassino, conhecido pelo apelido de “Índio”, negou o suposto estupro. Um laudo está sendo esperado até a próxima sexta-feira pela delegada Maria Cristina Valle Esteves, que preside o inquérito. “Ele confessou o homicídio, mas negou ter abusado sexualmente da sobrinha”, disse a delegada. “Índio” está preso na Delegacia de Breves e aguarda transferência para Belém.
O CRIME
Waldeir foi preso por equipes de policiais civis e militares às margens do rio Japatituba, mesmo nome da comunidade onde morava a família da vítima, distante 1h30, de lancha, da sede de Breves. Ele reagiu e foi baleado nos pés. A prisão ocorreu por volta das 21h30 de anteontem, e o assassinato, no mesmo dia, por volta das 15h.
Na delegacia, o homicida argumentou que havia bebido muito naquela tarde do crime, e teria sido motivado por um momento de raiva da criança.
Segundo “Índio”, o avô da menor, de 63 anos, é quem estaria abusando sexualmente dela. O homicida então indagou à menina se ela perdoaria o avô, mesmo ele abusando sexualmente dela. No momento em que a criança confirmou dizendo que sim, Waldeir desferiu os golpes contra a cabeça da vítima. Ela ainda foi socorrida pela mãe a pela professora e levada ao hospital da cidade. Mas, durante a viagem de mais de três horas de barco, ela morreu.

Armados com revólveres dois criminosos executaram um homem ontem à tarde no bairro do Distrito Industrial, em Ananindeua. Jhonathan William Garcia Andrade, de 17 anos, foi assassinado com 18 tiros na porta da casa dele, na rua Salvador com São Paulo XII. Os criminosos fugiram em uma moto.
Por volta das 15h, Jhonathan conversava na porta de casa com amigos, quando dois homens em uma moto se aproximaram dele e efetuaram vários tiros. Dezoito deles atingiram o rapaz.
Apavorados, os amigos da vítima correram para não serem atingidos pelos disparos. “Foi horrível, era muito tiro e gritaria”, afirmou uma moradora do local, que preferiu não ser identificada, com medo de represálias.
Os familiares do rapaz chegavam aos poucos e, ao verem o resultado da violência, se desesperavam. “Ai meu Deus, porque isso?”, dizia a avó de Jhonathan, ainda em estado de choque.
HERÓI E VÍTIMA
Segundo a tia da vítima, que é dona da casa, o rapaz morava no local há cerca de um ano e foi vítima da vingança de assaltantes da área. “Na semana passada, ele evitou que uns homens assaltassem a casa de uma amiga. Aí, eles disseram que iam se vingar e iam matar o meu sobrinho”, contou.
“Ele estava aqui dentro, mas pedi para que ele fosse deixar minhas filhas no colégio. Ao voltar, o Jhonathan preferiu ficar aqui fora conversando com os amigos. Eu só ouvi os tiros. E quando corri pra ver, ele já estava morto e os dois já iam longe”, afirmou.
Segundo o cabo Santiago, da 7ª ZPol da Polícia Militar, foi apurado junto a testemunhas que o alvo dos criminosos era somente Jhonathan. “Tanto que nenhum disparo atingiu as pessoas que estavam no local na hora do crime”, disse o policial. O caso segue em apuração. Nenhum suspeito foi preso
quarta-feira, 8 de abril de 2009
ESTAMOS DE VOLTA....
Estamos de volta, e agora com a corda toda, mais matérias, mais informação sobre a nossa maravilhosa Cidade de Belém...
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
DE VOLTA AS ORIGENS
Estou de volta para mais uma carrada de reportagens especiais sobre a nossa maravilhosa cidade, agora com fotos mais novas e especiais. Vamos falar e mostrar nossa Belém em toda a sua estrutura, Parques, Praças, Prédios Públicos, Comércio, Eco-Turismo e etc.
Belém continua a mesma de sempre, linda e maravilhosa.
Esperem só o que eu tenho para mostrar mais a frente...aguardem
terça-feira, 23 de setembro de 2008
BELÉM, a cidade mais linda da Amazônia

Belém está....mais linda, bem mais bonita. Estive dando umas voltas pelas praças de Belém e deparei-me com uma fauna maravilhosa, apesar de pouca chuva nessa época, ela fica mais aprauzivel, linda mesmo é a Praça da República, da Batista Campos, do Ver-o-Rio. Tudo em Belém é lindo, começa com o amanhecer e termina com o por do sol na Baia do Guajará, durante o dia o movimento de vai e vem das pessoas no comércio chama a atenção de qualquer um, e nos Bairro da periferia de Belém? Lá também temos muitacoisas para ver e são maravilhoas, na Pedreira temos lindas praças, no Guamá ruas movimentadas, no Marco temos o Terminal Rodoviário, no Marex o Aeroporto, no Mangueirão o Estádio Alacid Nunes, que já mudou de nome, na Marambaia as lojas populares, em Icoaraci, Icoaraci é outra Belém maravilhosa, lá tem quase tudo, só não tem mal humor, pois o povo que mora em Icoaraci e Outeiro é maravilhoso, Belém é assim, cheia de riquezas, de alegria, de passado, de futuro, de maneiras e jeitos, de comidas típicas maravilhosas e gostosa, de uma chuva refrescante, de muita manga caindo, de um gostoso Tacacá, de uma torcida maravilhosa de Remo e Paysandu e Tuna, e agora do Águia de Marabá, de pessoas especiais asik como eu, como você, como todos nós, parabens a esta cidade maravilhosa e rica em trajeitos e originalidades...
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Belém Moderna

Por Malinche.wordpress.com/2007
Moderna e bela, a capital paraense vive um ótimo momento. A terra do cupuaçu é abençoada por chuvinhas diárias que acompanham o ritmo dos belenenses: livre, leve e solto. Uma das portas da Amazônia, a cidade demonstra com louvor suas influências indígenas na arte e na cozinha, que utiliza ingredientes da floresta para se tornar tão rica e peculiar.
Casarões azulejados na Cidade Velha revelam as raízes portuguesas que fundaram Belém em 1616, e que posteriormente a transformaram em uma importante região portuária. Isto é visível na Estação das Docas, área transformada em pólo cultural e gastronômico, bom de observar a baía do Guajará enquanto degusta uma salada de siri e toma um suco ou uma cerveja para refrescar a vida. Neste mesmo calçadão, você assiste aos shows folclóricos, no ritmo do carimbó, do siriá e do lundú, obras regionais. Música ao vivo, exposições, oficinas, lojinhas de artesanato, livros e uma brisa úmida tomam a atenção na antiga estação portuária.
Mas isto é apenas o começo, Belém possui qualidades que a diferenciam de qualquer outra cidade brasileira. Talvez sejam as regalias da modernidade desfrutadas com simplicidade; talvez sejam as pessoas, que vivem de gentilezas e despreocupação; talvez sejam as cores do Mercado Ver-o-Peso e todas as histórias que seus vendedores contam; talvez seja o conjunto desses e outros pequenos detalhes, que fazem a cidade representar a alma do Brasil com magnificência.
O ecossistema amazônico é contemplado através de conjuntos como o Parque Emilio Goeldi, onde animais como a onça pintada e o peixe elétrico, além de enormes árvores amazônicas são preservados. O Mangal das Garças, que conta com mirante e passarela sob a mata; e o Jardim Botânico, com trilhas e um orquidário também são ótimos lugares para apreciar a riqueza da natureza local.
As construções históricas também valem atenção especial. Um programa imperdível é uma visita ao Theatro da Paz, que passou dois anos fechado e reabriu em 2002. Inspirado no Teatro Scala, de Milão, todavia possui mobília original de 1878, ano de inauguração. O Forte do Presépio é outro grande atrativo por ser a primeira construção da cidade e por abrigar o Museu do Encontro, que conta a história da colonização portuguesa na Amazônia desde o século 17. A Casa das 11 Janelas hoje em dia é centro cultural com diversas atrações e o melhor chope da cidade, mas já foi residência de senhor de engenho e a partir de 1768 abrigou o Hospital Real.
Formado por um conjunto arquitetônico datado de 1698, o Museu de Arte Sacra guarda um acervo com cerca de 320 peças de arte religiosa. No Palácio Antônio Lemos está instalado o Museu de Arte de Belém, com obras de Cândido Portinaro, Alfredo Volpi e artistas locais.
DICAS
Como Chegar: Existem vôos diretos das principais capitais do país até o aeroporto internacional de Val de Cans, que em 2001 foi inaugurado com lojas, praça de alimentação, salão de beleza e lan-house.
Melhor Época: Reforma nenhuma muda o calor em Belém, fato. Seja qual for a época do ano, as temperaturas permanecem na média de 30ºC. Além disso, a umidade produz um mormaço que pode não agradar os desacostumados. Fora isso, a chuva é um dos símbolos de Belém e está presente todos os dias, o que compensa o calor e produz uma brisa deliciosa. Dezembro a maio é a época que mais chove. O resto do ano é agraciado por pancadinhas rápidas no final da tarde. Nunca saia sem guarda-chuva!
Gastronomia: A grande referência da cozinha paraense é o pato no tucupi. Para traduzir, tucupi é um soro da mandioca que é extraído e fervido antes de envolver a ave. O ensopado é enriquecido com jambu, erva amarga que entorpece os lábios. Outro prato famoso é a maniçoba, tipo de feijoada que substitui o feijão pela maniva, uma planta venenosa. É preciso cozinhar as folhas durante uma semana, para que no sétimo dia as carnes sejam adicionadas sem perigo de haver veneno. O cheiro é uma delícia. Mesmo com o clima escaldante, os pratos são servidos muito quentes. O tacacá, por exemplo, uma sopa feita com tucupi, goma de tapioca, jambu e camarões secos, é servida em temperaturas efervescentes em barraquinhas pela cidade sob os 40 graus, que seja. Os frutos são uma atração a parte. Á começar pelas deliciosas castanhas do Pará e de caju, são torradas na hora e vendidas como água por toda a cidade. O cupuaçu é outra delícia a ser explorada, assim como o taperebá, o muruci, o bacuri e o rambotã. Para finalizar, Belém é também a terra do Açaí. O pequeno fruto consumido por marombeiros como energético, fora do Pará, é outra história. Nem pense em pedir granola para misturar ao açaí em forma de mingau, simplesmente porque isso não existe praquelas bandas. Os acompanhamentos originais são farinhas de tapioca e mandioca, camarões salgados, ou quem sabe pedaços de carne-seca. Ao contrário da energia que o açaí provoca no resto do Brasil, em Belém ele provoca moleza: caia na rede e aproveite a sesta amazônica!
MORTO, por acaso?
Em seguida, os bandidos invadiram o quintal da casa do subtenente, que teria se assustado com o arsenal da quadrilha, que tinha pistolas e fuzis. Músico da banda da corporação, Antônio Luís tentou escapar e escalou a própria casa para fugir pelos telhados dos vizinhos, mas foi perseguido e alcançado no meio da rua. Em estado de choque, a mulher do subtenente teria visto o marido ser executado pelos criminosos.
Disparos feitos foram de diferentes calibres
A quantidade de cartuchos disparados impressionou o delegado Adriano Marcelo França, da 33ª DP (Sulacap). Só no portão da casa de Antônio Luís, foram disparado 18 tiros. Na delegacia, o policial exibiu um saco plástico com mais de 30 projéteis de diversos calibres.
- Eles foram mesmo para matar o tal de Artur. Encontramos mais de 30 cápsulas de calibres de pistolas 380 e 9mm e 7.62, de fuzil AK-47. A vítima era músico da banda do quartel, não tinha passagem pela polícia nem atritos com os vizinhos. Esse Artur seria um policial civil ou militar. Eles foram para pegar um e mataram outro - disse o policial.
O delegado vai chamar parentes de Antônio Luís para prestar depoimento. Na manhã de ontem, uma equipe da 33ª DP foi à Travessa Marechal Barbedo para tentar localizar o suposto policial.
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
CÉSAR NASCIMENTO

“Se um radinho caísse aqui, caísse um radinho perto de você...”. Com certeza você deve ter dançado e curtido muito esse hit, que estorou nas paradas de sucesso nos anos 90. Foi nesse estilo que o cantor César Nascimento se apresentou na Ilha de Algodoal, neste mês de julho, ao lado do paraense Almino Henrique. “O Radinho” e “Maguinha do Sá Viana” foram algumas das canções do amplo repertório de César, que nesses 18 anos de estrada já gravou oito álbuns ao som do tambor de crioula, ritmo genuinamente maranhense.
Casado e com dois filhos, César reúne várias histórias inusitadas, começando pelo seu nascimento. Os pais, naturais de Caxias do Sul, interior do Maranhão, decidiram que os cinco filhos iriam nascer em Teresina, no Piauí - que fica distante uma hora de Caxias - devido a melhor infra-estrutura do hospital. E assim aconteceu com César que com três dias de vida retornou a cidade maranhense: “Só nasci no hospital de Teresina. Eu sou mesmo Maranhense de corpo e coração”, diz o músico que há oito anos mora em Petrópolis, no Rio de Janeiro. Foi no clima de Algodoal com muito reginoalismo, reggae e paz que César falou exclusivamente para o Balaio Virtual. Leia!
Portal ORM - De onde veio a paixão pela música?
César Nascimento: Desde a infância. Eu ouvia meu pai tocando acordeon e minha mãe cantarolando músicas de ninar. Não tinha como não gostar de música. Na adolescência, quando fui morar no Rio de Janeiro, tive uma banda de rock com os amigos que se chamava ‘Vale do Som’. Mas depois de um tempo percebi que não era isso que queria. A minha paixão mesmo era pela MPB, pelas coisas e ritmos tipicamente brasileiros e passei a investir nessa linha musical.
Portal ORM - Com 18 anos de carreira você deve ter muita história pra contar, como, por exemplo, o início de sua dedicação à música. Conte um pouco como tudo começou.
César Nascimento: Sempre gostei de inovar e queria fazer coisas diferentes no meu trabalho musical. Por isso participei, em 1982, do Festival de Verão de São Luis, no Maranhão com a canção Nordeste Fulô, que mostra brasilidade e regionalismo. Isso me impulsionou a participar, três anos depois, do Festival Viva, também no Maranhão, com ‘Forró que ando’, minha primeira composição. O resultado final deste festival foi a gravação de um CD com todos os participantes que nos levou a realizar shows em vários lugares do Brasil. Assim fui estendendo meus contatos, pensando em novas canções, foi quando gravei Ilha Magnética, nome do meu primeiro álbum. A canção virou hino em São Luis e isso me estimulou ainda mais a fazer música.
Portal ORM - Você se inspirou em algum músico para começar a desenvolver seu trabalho?
César Nascimento: Bem, sempre me identifiquei com a música em geral. Gosto de ouvir de tudo em especial, Ednaldo, Fagner, Alceu Valença e Gilberto Gil. Mas confesso que tenho um amor assumido aos ritmos maranhenses, ao som do tambor de crioula que aprendi com o saudoso Mestre Felipe. Por isso acredito que não tive influências diretas. Tenho um lema que explica bem isso: “Pinte seu quintal e seja universal”. É assim que vejo meu trabalho, até porque identifico a sonoridade no dia-a-dia e minha cabeça parece que está sempre mixando algo. É engraçado. Porém se tiver que atribuir uma influência forte no meu trabalho, sem dúvida é a da música negra, tema de várias composições como ‘Fogueira’. Inclusive, em agosto, começo uma temporada de shows com essa temática no Ceará.
Portal ORM - De onde veio a inspiração para a composição de “O Radinho”?
César Nascimento: Certo dia estava vendo um telejornal que mostrava imagens da guerra no Haiti, em que soldados americanos chegaram ao local de pára-quedas com aqueles radinhos de comunicação. Aquilo não saiu da minha cabeça. Na véspera do prazo final de inscrição para o Festival do Nordeste, promovido pela Rede Globo, eu resolvi compor uma canção para participar do evento e me veio logo aquelas imagens e pintou ‘O Radinho’. Me inscrevi com a canção e acabei vencendo o primeiro lugar do Festival. Depois disso a música repercutiu nas rádios e televisões de todo o país. A gravação era bem simples e com o sucesso a música foi mixada outras vezes, até em estúdios americanos. O legal disso tudo é ouvir, até hoje, a primeira versão tocando nas rádios (risos).
Portal ORM - Na sua opinião, o que representa a música paraoara, a Ilha de Algodoal e o Estado do Pará?
César Nascimento: Conheci tudo isso por meio do Almino Henrique, que além de amigo é meu parceiro musical. A gente se conheceu no Rio de Janeiro em uma dessas andanças dele pelo Brasil. Já fizemos três músicas juntos e essa é a segunda vez que ele me convida para desfrutar da beleza de Algodoal. Acho fantástica a cultura popular desse estado e, claro dessa ilha. Por isso eu e o Almino pensamos em fazer o show em Algodoal, que na minha avaliação foi uma idéia muito positiva. Apresentamos um belo repertório de reggae e lançamos ‘Maiandeua’, canção que fizemos em parceria para homenagear a beleza da ilha. Não posso deixar de citar que o show também homenageou o Mestre Felipe, meu mestre de tambor de crioula que faleceu no último dia 18. Saudades...
Portal ORM - Quais os projetos para o futuro?
César Nascimento: No ano passado lancei meu mais recente álbum “Quero Fogo”. Cuidei minuciosamente de cada detalhe dele, da produção à gravação. Dediquei toda atenção e carinho e topei assumir essa responsabilidade. Agora quero trabalhar com o álbum, divulgando-o ao ritmo natural das coisas. Hoje estou vivendo um momento muito zen e positivo, tanto na vida pessoal como na profissional. Não vou forçar a barra e vou deixar o tempo se encarregar de mostrar o meu trabalho para o mundo. Não projeto o futuro, deixo-o acontecer.
quinta-feira, 5 de junho de 2008
O SOL, O MAR É O VERÃO QUE SE APROXIMA...
Tá chegando a hora garotada, vem ai o verão 2008, Salinas, Marudá, Mosqueiro, Atalaia, Beja, Caripi, Outeiro e etc. Vai valer a pena, sol, mar frutas, festas, garotas lindas, para as as crianças vai ser uma festa, areia, praia, tobogãs, HAAAM...que saudade das praias de Belém...
Mas lembrem-se! "Muito cuidado nessa hora", como dizia Juvenal Antena, pois sol demais causa doença na pele, passar o dia brincando sem se alimentar causa problemas, como vertigens, desmaios, falta de ar e outras causas de isolação e perda dos sentidos. Para os marmanjos, uma boa dose de cuidados como não exagerar na bebida, na comida, dormir bastante descansar para estar em forma no outro dia, se veio para passeare se divertir, por que se matar, brigando, dirigindo bebado, alcoolizado pelas BRS da vida? Epa, epa, epa epa, justamente no Verão voce vai querer aprontar?...
DESCASO DAS AUTORIDADES
Durante 04 dias, Beléme Aananindeua viveram uma desordem no Transporte Urbano, as duas cidades, as mais populosas da capital, sofreram com o descaso e a incopetência tanto da Prefeitura como do estado. Motorista e cobradores pararam suas atividades para reinvindicar melhores salários, sei que a Lei de Greve beneficia aos usuários (empregados), mas surpreendentemente prejudica por completo as atividades comuns de uma cidade, o que deveria ser discutido antes não foi realizado, pois a cupula de interesses por ganancias e escrupulos se subtraem em cima dos usuários do transporte urbano.
No que diz respeito a situação dos professores, é inadimissível que as representações consideradas de oficio seguros como o Ministério Público e do Trabalho, determinem que esta greve seja abusiva, sem ao menos protocolar um parecer revelador sobre as atuais situações destes funcionários, qualificados comoos melhores professores do Estado, pelo próprio Estado, e são esculachados e desprovidos de qualquer subsistencia racional. Designar os professores como vagabundos é simplesmente destroná-los da consciência imatura dos nossosjovens que ali nas escolas procuram aprender através deles o sentido de comunidade. de confiança e de vida, o respeito que temos que ter diante de um mestre estravasa as opiniões em contrários, existe sim o mal professor e o bom e catedrático mestre, pois se assim não fosse não teríamos erros, desvios de condutas e outras anomalias. Prezo pelo bom aparato educacional, desde que o mesmo obtenha recursos para tal. Sou contra a lei de Greve, mas se ela existe, então por que temos de aceitá-la? Não poderia ser evitada antes?......